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    <title>marceloaraujo</title>
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    <item>
      <title>Cisto do Complexo Maxilo | Mandibular</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/cistos-do-complexo-maxilo-mandibular93a7440f</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         CISTOS DO COMPLEXO MAXILO - MANDIBULAR
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/telas12.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          O cisto dos maxilares pode ser definido como uma cavidade patológica revestida por uma cápsula, de natureza conjuntivo epitelial, de conteúdo líquido ou semi - líquido, que ocorre no osso da maxila ou mandíbula causando-lhes perdas ósseas, proporcionais ao período de evolução da lesão. O aparecimento dos cistos pode provavelmente estar ligado aos restos epiteliais que permanecem neste complexo, durante o processo da formação dentária e ao longo das linhas de fusão dos ossos maxilares na embriogênese. 
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O processo inflamatório crônico, de baixa intensidade e longa duração, parece ter um papel importante, na formação de cistos periodontais, de natureza inflamatória, que crescem a partir de granulomas apicais resultantes da mortificação pulpar e onde o tratamento endodôntico não foi realizado ou foi insuficiente. Este tipo de tumor ósseo benigno apesar de destruir o osso, geralmente é assintomático (não causa dor) sendo o diagnóstico realizado principalmente por radiografias e confirmadas com biópsia. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O tratamento dos cistos do complexo maxilo-mandibular é exclusivamente cirúrgico e focado para a máxima preservação das estruturas ósseas e dentais, de feixes vásculo-nervosos e cavidades naturais. Três técnicas tem sido preconizadas para se obter o sucesso nesse tratamento:
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
             Enucleação
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           - esta técnica preconiza a remoção total da cápsula cística e de seu conteúdo, visando a reparação por primeira intenção. Traz excelentes resultados, proporciona um pós-operatório rápido e confortável, criando condições para a reparação das perdas ocorridas nas estruturas ósseas e periodontais. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Sua grande vantagem é ser um ato cirúrgico único e possibilitar que toda a lesão seja submetida a exame anátomo-patológico em cortes seriados. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Preconizada com unanimidade pelos autores e pesquisadores, é indicada para cistos pequenos , que não ponham em risco estruturas nobres, como cavidades naturais (sinus e fossa nasal), estruturas ósseas, dentes com seus filetes pulpares e feixes vásculo- nervosos . 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Marsupialização
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           - técnica preconizada por Partsch em l892, transforma o cisto em cavidade acessória à boca através da remoção de porções iguais de tecido gengival, tecido ósseo e da cápsula cística, visando a reparação por
           &#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            segunda intenção. 
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Esta reparação óssea  é possível pois ao se comunicar a cavidade cística com a boca, elimina-se a pressão interna, que é responsável pelo crescimento da lesão . Esta indicada para cistos grandes que ponham em risco estruturas nobres, como cavidades naturais (seio maxilar e fossa nasal), estruturas ósseas, dentes com seus filetes pulpares e feixes vásculo - nervosos. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Técnica combinada
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      
           - Trata-se da técnica da descompressão ou da marsupialização temporária, que pela remoção parcial da cápsula cística e conseqüente cessação da pressão interna, reduz consideravelmente o tamanho da lesão e num período relativamente curto nos permitira realizar a enucleação do remanescente. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Bastante utilizada nos casos de grandes lesões, associa as duas técnicas anteriores, procurando minimizar os inconvenientes de cada uma delas, não mantendo o remanescente da cápsula cística, de integridade duvidosa, por um período longo e não agredindo os ossos do complexo maxilo- mandibular, com atos cirúrgicos que possam deixar seqüelas. Atualmente é possível tratar com sucesso cistos extensos dos maxilares. Como se trata de uma lesão “silenciosa” (sem sinais e sintomas) é importante o controle periódico com um dentista e caso haja suspeita ser avaliado por um especialista Cirurgião Buco-maxilo-facial. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Referência bibliográfica: MOURA, F.E.C., ARAUJO, M. M., et. al. Cistos do complexo maxilo-mandibular In: Aspectos atuais da Cirurgia e traumatologia buco-maxilo-facial.1 ed.São Paulo : Livraria Santos Editora, 2007, p. 171-194.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:26:45 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O dente do siso e a pericoronarite</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/o-dente-do-siso-e-a-pericoronarite6eadeb40</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O dente do siso e a pericoronarite
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O terceiro molar ou o dente do siso é o último dente a erupcionar e pode causar desconforto nesta fase. Muitos destes dentes não erupcionam ou erupcionam parcialmente ficando apenas com uma parte da coroa exposta na gengiva. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Quando passa o tempo normal de erupção por volta dos 20 anos de idade e o mesmo não ocupa seu espaço na arcada dentária o dente pode ser classificado como retido ou parcialmente retido no osso. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Isto geralmente ocorre por falta de espaço adequado na boca para a sua acomodação. Mesmos os dentes que erupcionam podem ficar em posição irregular sem função. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Muitas vezes durante sua fase de desenvolvimento apenas uma parte da coroa fica recoberta por gengiva que devido a dificuldade de higiene, pelo acúmulo de microorganismos ou por trauma durante a mastigação, o terceiro molar superior traumatiza esta região inferior, ocorre um processo inflamatório na região chamado de pericoronarite podendo evoluir para uma infecção que pode causar sérios problemos. Esta inflamação causa dor, dificuldade para abrir a boca (trismo) e aumento de volume local. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O tratamento consiste em uma primeira fase eliminar o processo inflamatório para depois em uma segunda fase remover o dente do siso. Evita-se realizar a cirurgia na primeira fase, pois o paciente tem dificuldade para abrir a boca e principalmente para evitar uma contaminação desta região para planos mais profundos na face, que dependendo do grau de infecção pode levar o paciente a sérios riscos, inclusive de morte. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Recomenda-se como tratamento inicial e extração do terceiro molar superior, limpeza mecânica da região infectada com irrigação de digluconato de clorexidina 0,12%, e a prescrição de uma medicação anti-inflamatória e caso a infecção já esteja presente antibióticoterapia. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A época ideal, para que estes dentes sejam removidos, é antes da formação completa da raiz por volta dos quinze anos. Existe uma grande variação de posicionamento e grau de dificuldade para a sua remoção, por este motivo é recomendado que esta cirurgia seja feita por um especialista em Cirurgia Buco-Maxilo-Facial. O plano de tratamento consiste em uma consulta inicial, exames radiográficos, medicação pré-operatória e controle pós-operatório. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A cirurgia é realizada no consultório sob anestesia local. Quando realizado pelo especialista o procedimento geralmente é rápido e seguro. Em alguns casos pode ser realizado através de uma sedação consciente para controle da ansiedade.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:23:42 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O dente do siso</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/o-dente-do-sisoa607286a</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  
         O dente do siso
        &#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O terceiro molar ou o dente do siso é o último dente a erupcionar e pode causar desconforto nesta fase. Muitos destes dentes não erupcionam ou erupcionam parcialmente ficando apenas com uma parte da coroa exposta na gengiva. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Quando passa o tempo normal de erupção por volta dos 20 anos de idade e o mesmo não ocupa seu espaço na arcada dentária o dente pode ser classificado como retido ou parcialmente retido no osso. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          
             Isto geralmente ocorre por falta de espaço adequado na boca para a sua acomodação. Mesmos os dentes que erupcionam muitas vezes ficam em posição irregular sem função. 
            &#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             A posição posterior destes dentes dificulta a higienização e muitas vezes até o tratamento odontológico e por estes motivos é comum a recomendação do cirurgião-dentista para a remoção dos quatro terceiros molares: dois superiores e dois inferiores. Hoje em dia com a evolução da prevenção e tratamento de cárie dental e grande preocupação dos pacientes com a estética e saúde bucal é raro a perda precoce de dentes o que torna a presença dos dentes do siso desnecessária. Estes dentes apresentam o maior índice de retenção, maior índice de complicação durante sua erupção e durante a sua remoção. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Muitas vezes durante sua fase de desenvolvimento apenas uma parte da coroa fica recoberta por gengiva que devido a dificuldade de higiene ou por trauma durante a mastigação, ocorre um processo inflamatório na região chamado de pericoronarite podendo evoluir para uma infecção que pode causar sérios problemos. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Esta inflamação causa dor e dificuldade para abrir a boca. Outro dado é que o apinhamento dos dentes na região anterior inferior da mandíbula pode ser causado devido à sua força de erupção e falta de espaço, e apesar de ser um assunto controverso e muito debatido é comum que o especialista em ortodontia solicite a remoção dos mesmos antes, durante ou após o final do tratamento ortodôntico. A época ideal é que estes dentes sejam removidos antes da formação completa da raiz por volta dos quinze anos. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Existe uma grande variação de posicionamento e grau de dificuldade para a sua remoção, por este motivo é recomendado que esta cirurgia seja feita por um especialista em Cirurgia Buco-maxilo-facial. O plano de tratamento consiste em uma consulta inicial, exames radiográficos, medicação pré- operatória e controle pós-operatório. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             A cirurgia é realizada no consultório sob anestesia local. Quando realizado pelo especialista o procedimento geralmente é rápido e seguro. Em alguns casos pode ser realizado através de uma sedação consciente para controle da ansiedade. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
      &lt;div&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Mais informações no livro Atualização Clínica em odontologia o Capítulo Dentes inclusos:Avulsão e desinclusão, realizado pelos professores Antenor Araújo e Marcelo Marotta Araujo, lançado durante 23° Congresso Internacional de Odontologia em São Paulo que contribuiu para enriquecer as publicações do assunto na literatura nacional.
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/div&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:20:24 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento Ortodôntico Cirúrgico de Paciente com a face longa.</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-ortodontico-cirurgico-de-paciente-com-a-face-longa8a379fb1</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;span&gt;&#xD;
            
              Tratamento Ortodôntico Cirúrgico de Paciente com a face longa.
             &#xD;
          &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo fundamental da cirurgia ortognática é a recuperação ocluso-facial de pacientes com deformidades faciais congênitas ou adquiridas, quer por traumatismos faciais, quer por alteração do desenvolvimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Os pacientes com excesso vertical da maxila ou face longa apresentam características próprias tais como, terço inferior da face muito longo, base nasal estreita, face adenoidéia mostrando muita gengiva ao sorrir, apresentando ainda distância inter-labial aumentada.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Do ponto de vista da relação oclusal existe a possibilidade da existência ou não da mordida aberta, sendo usual a má oclusão tipo II (aspecto da mandíbula estar para trás), mas pode apresentar ainda má oclusão tipo III (aspecto da mandíbula estar para frente), ou mesmo ter uma relação dentária normal. Esses pacientes, muitas vezes, apresentam problemas psicológicos bastante graves devido à sua aparência (sorriso com muita exposição da gengiva ao sorrir), geralmente associados a problemas funcionais de desoclusão dentária, com repercussão na ATM, e dificuldade de respiração. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Hoje, no tratamento desta deformidade, o trabalho conjunto do ortodontista e do cirurgião maxilo facial é fundamental. A época ideal para o seu início é após a fase de crescimento. Todo tratamento começa por um planejamento ortodôntico, complementado pelo cirúrgico, sendo que o primeiro é realizado previamente à cirurgia. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            No planejamento cirúrgico, faz-se uma minuciosa análise facial e a seguir, realiza-se a cirurgia nos modelos de gesso (simulando os movimentos cirúrgicos em laboratório). Em seguido é realizado um traçado predictivo, o qual por sua vez nos dará uma idéia de como o paciente ficará após a cirurgia. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O tratamento cirúrgico é realizado em ambiente hospitalar, sob anestesia geral, e consiste na reposição superior da maxila, podendo estar associado á um avanço e rotação da mandíbula e uma cirurgia no mento. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;font color="#777777"&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             Esta técnica não deixa nenhuma cicatriz pois toda a cirurgia é realizada dentro da boca, e o paciente sai de boca aberta (não é necessário a imobilização da boca), com ganho funcional na mastigação e respiração e com grande alteração estética, passando a apresentar uma aparência mais harmônica, proporcional e sem exposição excessiva da gengiva ao sorrir.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:18:18 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Corrigindo a face com ortodontia e cirurgia.</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/corrigindo-a-face-com-ortodontia-e-cirurgia</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;b&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Corrigindo a face com ortodontia e cirurgia.
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/b&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          A cirurgia ortognática é uma área da odontologia exercida pelo especialista em Cirurgia Bucomaxilo Facial, que visa à correção de deformidades dentofaciais. As causas de tais deformidades são, na maioria das vezes, congênitas ou causadas por acidentes envolvendo fraturas faciais. A falta de oclusão (fechamento) dentária leva o paciente, muitas vezes, a dores pré-auriculares (disfunção da articulação temporomandibular), dificuldade de mastigação e de respiração. 
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Neste tipo de tratamento, a ortodontia movimenta os dentes superiores e inferiores na sua melhor posição em relação à maxila e mandíbula, e a cirurgia então é necessária para se corrigir a posição dos ossos dos maxilares superiores e inferiores. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Este tratamento permite obter ótimos resultados restabelecendo a harmonia facial e oclusal, além de diminuir o tempo de tratamento com um resultado estético muito melhor. O tratamento é dividido em três fases: uma inicial, onde é realizado um planejamento, iniciando-se a seguir a ortodontia pré-operatória. A segunda fase é cirúrgica, onde o procedimento é realizado em ambiente hospitalar; sendo a terceira fase a realização da finalização ortodôntica. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A cirurgia ortognática é um procedimento realizado com dois dias de internação. O paciente já consegue falar e iniciar a alimentação sem nenhum tipo de bloqueio limitando a abertura bucal. Geralmente o paciente pode voltar as suas atividades em torno de dez dias após a cirurgia. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A mesma é realizada inteiramente por via intra-oral sem deixar nenhuma cicatriz aparente na face. Ao final, o paciente passa a ter um resultado de boa oclusão e estética facial muito mais agradável, conseguindo mastigar e respirar melhor, além da diminuição do tempo total de tratamento. Os resultados são bastante estáveis e tais cirurgias já são realizadas por nossa equipe há mais de 25 anos. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Outro fator a ser considerado é o psicológico, pois o paciente que apresenta este tipo de deformidade facial geralmente apresenta uma série de traumas de ordem psicológica ou de dificuldades funcionais. Após a cirurgia ocorre uma melhora marcante da estética facial e funcional levando o paciente a reconquistar sua auto- estima. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            No intuito de facilitar a comunicação dos ortodontistas e cirurgiões com pacientes, e explicando as vantagens e os passos do tratamento, bem como do procedimento cirúrgico, os autores Dr. Antenor Araujo, Dr. Adriano Marotta Araujo e Dr. Marcelo Marotta Araujo lançaram “O manual de orientação aos pacientes com vistas à cirurgia ortognática”. Este manual foi editado pela Dental Press e tem como objetivo principal facilitar o entendimento e a relação profissional do ortodontista e do cirurgião com o paciente.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:15:53 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Cirurgia Ortognática</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/cirurgia-ortognatica</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Cirurgia Ortognática
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Mas o que é a Cirurgia Ortognática? 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Na realidade estas consistem em um conjunto de técnicas cirúrgicas e ortodônticas que visam dar aos pacientes uma harmonia ocluso facial ideal. Como o ortodontista participa desse conjunto? A ortodontia é fundamental para podermos atingir nossos objetivos. O ortodontista irá alinhar e nivelar os arcos dentários coordenando-os entre si, através de modelos de estudo, de tal forma a, quando da realização da cirurgia podermos dar ao paciente uma oclusão a melhor possível. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      
           Qual é o planejamento que o cirurgião realiza antes da cirurgia? 
          &#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Após realizada a ortodontia pré-operatória o cirurgião prepara agora o paciente para a realização da cirurgia. Uma nova documentação é solicitada e que consta de radiografias: panorâmica, telerradiografia (frontal e lateral) e eventualmente oclusais e periapicais.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Novos modelos de trabalho são obtidos bem como fotos digitais ocluso faciais. Uma cuidadosa análise facial é realizada onde juntamente com a análise radiográfica o cirurgião em conjunto com o ortodontista realiza seu plano cirúrgico, onde fica determinado qual tipo de cirurgia será realizada no paciente, tais como, na mandíbula, maxila ou ambas em conjunto. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Estas cirurgias são realizadas em hospital? Estas cirurgias são sempre realizadas em hospital, sob anestesia geral, entubação naso traqueal e hipotensão. Para tanto uma série de exames pré-operatórios são solicitados: avaliação cardiológica urina tipo I, tipo sanguíneo, coagulograma completo, glicemia e hemograma completo. O paciente deve sempre ser internado na véspera da cirurgia e permanecer até o dia seguinte, totalizando 36 a 48 horas de internação. Como é o pós-operatório destas cirurgias? 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Antigamente os pacientes ficavam sob bloqueio maxilo- mandibular, hoje não mais, o paciente fala normalmente ao acordar da anestesia o que acontece algumas horas após o término da mesma e pode mesmo já se alimentar de líquidos no fim do dia. Na primeira semana de pós-operatório o paciente se alimenta de forma pastosa evoluindo para semi-sólida na 2ª e 3ªs semanas. Após este período a alimentação já é mais normal, permitindo que o paciente evolua na consistência dos alimentos, até chegar a comer um bom filé. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Os pacientes ainda de uma forma geral apresentam pouca dor no pós-operatório, esta, controlada normalmente com analgésicos de baixa intensidade. Quanto tempo dura uma cirurgia ortognática? Isto varia de acordo com as técnicas empregadas e da experiência do cirurgião. De uma forma geral nossa equipe leva de 1 hora a 1 hora e 30 minutos em casos monomaxilares e cerca de 2 horas e meia a 3 horas em casos de cirurgias combinadas. E como o paciente se sente psicologicamente após a cirurgia? 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          É realmente importante o preparo psicológico, para as mudanças ocluso faciais, as quais o paciente irá sofrer após a cirurgia, porém, é importante salientar que grandes mudanças geralmente ocorrem num número menor de casos onde as deformidades são muito grandes. Na maioria das vezes as modificações não são tão grandes e dá aos pacientes uma harmonia agradável, o que satisfaz ao mesmo e seus familiares. 
          &#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           É, no entanto de grande ajuda nessa fase o apoio do clínico geral e do ortodontista ao cirurgião e ao paciente com o objetivo de prepará-lo psicologicamente para a cirurgia. Vejo, o mesmo previamente, por 2 meses no mínimo a cada duas semanas, com o objetivo de discutir todos os detalhes sobre a cirurgia e o pós-operatório com o paciente e sua família. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          O mesmo acompanhamento, faço por 2 meses após a realização do ato cirúrgico. Com estes cuidados os pacientes reagem sempre muito bem com relação aos resultados obtidos. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          CONCLUSÃO: A Cirurgia Ortognática é hoje no Brasil, como já dissemos uma realidade com resultados estáveis e de ampla aceitação pelos nossos pacientes e familiares. 
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    
          Araújo,A.; Araújo,A.M.; Araújo,M.M. Desmistificando a cirurgia ortognática para o clínico geral. In: Baldacci Filho, R.; Macedo, M.C.S. 25° Atualização clínica em odontologia. Ed. Artes Médicas Ltda, São Paulo, p.339-361, 2007.
         &#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Tue, 13 Oct 2020 02:12:18 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>O uso do material reabsorvível na cirurgia Buco-maxilo-facial</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/o-uso-do-material-reabsorvivel-na-cirurgia-buco-maxilo-facial</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;b&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O uso do material reabsorvível na cirurgia Buco-maxilo-facial
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/b&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    
          A partir do final da década passada houve uma grande evolução tecnológica dos materiais para síntese óssea. Foi proposto para o tratamento de fraturas na face ou para a fixação de segmentos ósseas após osteotomias realizadas para a correção de deformidades faciais a utilização de mini-placas e parafusos de titânio comercialmente puro. 
         &#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Desta forma foi possível através desta fixação interna estável uma recuperação rápida e confortável para os pacientes, pois não existe a necessidade de um bloqueio maxilo-mandibular por 4 semanas, a boca não fica mais “amarrada” no pós-operatório. Isto facilita a fala, a alimentação e a higiene e proporciona uma recuperação rápida e estável. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Os estudos continuaram e além do titânio foi desenvolvido o material reabsorvível, que consiste em placas e parafusos a base de polímeros e co-polímeros que apresentam uma estrutura 100 % amorfa de Poli (L-Lactídeo-co-D,L Lactídeo), produzidas à partir de uma mistura de 70 %  de L-lactídeo e 30 % de DL lactídeo. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Nesta forma perde cerca de 70 % da sua resistência inicial após nove meses, e cerca de 50 % após um ano. Sua reabsorção ocorre por um processo de hidrólise, onde o material é convertido em dióxido de carbono e água, em um período que varia de 18 a 36 meses. Estas características irão variar de acordo com o fabricante. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A grande vantagem deste material é que após a cicatrização óssea com o tempo ele é rebsorvido. Quando aquecido permite uma fácil adaptação ao osso, e está indicado principalmente no tratamento de crianças ou em áreas de pouca ação muscular. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O Prof. Dr. Marcelo Marotta Araújo realizou uma pesquisa pioneira realizada na Universidade do Alabama, em Birmingham, EUA, com orientação do Dr. Peter Waite e Dr. Jack Lemons, durante o curso de pós-doutorado, com apoio da FOSJC-UNESP e FAPESP (que concedeu uma bolsa de estudos). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O estudo realizado foi uma avaliação biomecânica das diversas formas de fixação para osteossíntese da maxila em cirurgia ortognática. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Foram comparadas diversas formas de fixação, com placas de titânio e material reabsorvível – P(L/DL)LA (figuras abaixo) e que resultou na publicação internacional do  artigo "Strength analysis of Le Fort I osteotomy fixation: Titanium versus resorbable plates” (“Análise da resistência da fixação da osteotomia le fort I: Placas de titânio versus reabsorvível”), na revista da Associação Americana de Cirurgia Buço-Maxilo-Facial: “Journal of Oral and Maxillofacial Surgery” (Setembro de 2001, Vol. 59, Nº 9, pag.1034 a 1039). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Este estudo de biomecânica “ in-vitro”  provou que apesar de o material metálico apresentar uma maior rigidez é viável a utilização do material reabsorvível. Atualmente o material reabsorvível é uma realidade e esta liberado para o uso em pacientes. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 18:11:07 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reimplante dentário</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/reimplante-dentario</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;font color="#033c5f"&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            Reimplante dentário
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Reimplante dentário é o procedimento cirúrgico que visa a recolocação dos dentes avulcionados acidentalmente no seu respectivo local. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Hoje em dia, as atividades da infância e adolescência, como é o caso da prática de diversas modalidades esportivas, favorecem mais freqüentemente as exposições à traumas dentários, que ocorrem com freqüência nos dentes anteriores e podem causar desde a simples fratura do esmalte até expulsão do dente do alvéolo, ocasionando uma perda da função e um dano estético muito grande. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A avulsão dentária é uma situação de bastante gravidade para o dente, visto que tanto a saúde da polpa quanto a dos tecidos periodontais estão comprometidos. O reimplante dentário resultante do trauma é um procedimento clínico rotineiro e estabelecido, porém, muitas são as variáveis que interferem no prognóstico (chances de sucesso) de cada caso, como: tempo em que o dente permaneceu fora do alvéolo; meio de manutenção do dente durante o período extra alveolar; condições das células do ligamento periodontal comentário; estágio de desenvolvimento da raiz; medicamento utilizado no interior do canal radicular; tipo e tempo de contenção utilizado; e conduta no tratamento endodôntico (Quanto tempo após?, Material obturador?). 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
               
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Tratamento de Urgência 
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              1) 
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            O ideal é que uma vez  avulsionado, o dente deva ser reimplantado imediatamente no alvéolo. Para isto, toma-se como guia de referência os dentes homólogos. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            2) Caso, por alguma razão, não seja possível o reimplante imediato, o dente deve ser mantido, em ordem de preferência, nos seguintes meios: 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            •	Leite pasteurizado; 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            3) O paciente deve ser encaminhado imediatamento para o cirurgião-dentista. Estudos comprovam que caso o dente seja reimplato até 2 horas do acidente as chances de sucesso são maiores. Quanto maior for o tempo do dente fora da boca (alvéolo), maior a chance de insucesso. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            4) O cirurgião-dentista irá anestesiar a região, limpá-la e reimplantar o dente. Logo em seguida irá imobiliza-lo com contenção não rígida (fio de nylon e resina). 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            5) O paciente deve ser orientado quanto aos cuidados pós-operatórios, como higiene e alimentação pastosa, bem como antibioticoterapia. Recomenda-se bochechos com solução de gluconato de clorexidina 0,12% por 15 dias. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            6) Após esta fase um  endodontista (especialista em canal)  dará continuidade ao tratamento. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Referência bibliográfica: ARAUJO, M.M.; VALERA, M.C.  Reimplante Dentário. Odontologia - Ensino e Pesquisa, v.2, n.3, p.39-43, 1997.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/telas5.jpg" length="36882" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 18:06:27 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento Ortodôntico-Cirúrgico de paciente com  mordida aberta anterior</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-ortodontico-cirurgico-de-paciente-com-mordida-aberta-anterior</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Tratamento Ortodôntico-Cirúrgico de paciente com 
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             mordida aberta anterior.
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O paciente diagnosticado com a mordida aberta anterior apresenta as seguintes características dento-esqueletais: face longa com excesso concentrado no terço inferior, mento retraído, incompetência labial (os lábios não se tocam) com exposição ligeiramente alterada dos incisivos superiores. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A origem desta alteração facial pode ocorrer devido a um crescimento excessivo da parte posterior da maxila, rotação da mandíbula para inferior, ou a combinação de ambos. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Do ponto de vista oclusal apresenta o plano oclusal superior diminuído e aumento da angulação do plano mandibular. 
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
            Em uma vista frontal os dentes anteriores não se tocam. Esta deformidade resulta em um déficit estético sendo evidente em uma vista frontal e lateral da pessoa. 
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Além da alteração estética, o paciente apresenta alterações funcionais importantes devido a má-oclusão (mordida incorreta) que no futuro pode ocasionar uma perda prematura dos dentes e ainda apresentar alterações na fala, na mastigação e em alguns casos apresentar disfunção da articulação temporo-mandibular. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            É comum o paciente apresentar limitação da respiração pelo nariz sendo predominante a respiração bucal. A época ideal para a cirurgia é após o crescimento e o tratamento consiste em um planejamento minucioso utilizando recursos de imagem, radiografias e modelos, e deve ser realizado em conjunto com o ortodontista. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O paciente deve usar o aparelho ortodôntico para preparar os dentes através de um alinhamento e nivelamento dos arcos dentários, para que no momento da cirurgia os dentes se encaixem perfeitamente. Este nivelamento pode ser realizado com ou sem segmentação dependendo das curvas de oclusão. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A cirurgia deve ser realizado em ambiente hospitalar (de 1 a 2 dias de internação), sob anestesia geral, onde através de osteotomias é realizada uma intrusão maxilar da região posterior, permitindo a auto-rotação da mandíbula. Nas mordidas abertas de grande magnitude esta indicada a segmentação da maxila em três segmentos. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Os segmentos são fixados com placas e parafusos de titânio. O procedimento é realizado com acesso intra-bucal, não deixa cicatriz aparente, e o paciente sai de boca aberta facilitando a higiene, a fala e a alimentação. O paciente apresenta como resultado do tratamento o restabelecimento da harmonia facial, onde existe uma ralação normal dos dentes, dos lábios que passam a se encontrar, as funções mastigatórias e respiratórias são normalizadas e o paciente apresenta um aspecto mais jovial. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Atualmente a recuperação é rápida, muitas vezes, com 10 dias de pós-operatório o paciente pode retornar as suas atividades normais. Após um período de seis meses em média o aparelho ortodôntico é removido. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O tempo total vai variar de acordo com a complexidade da ortodontia, e pode variar de 12 a 18 meses.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 18:01:27 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento da fratura zigomático-orbitária</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-da-fratura-zigomatico-orbitaria</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Tratamento da fratura zigomático-orbitária
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            As fraturas do complexo zigomático apresentam traços de fratura que envolvem o rebordo infra-orbitário, a parede anterior do seio maxilar, o pilar zigomático, arco zigomático e o processo frontal do zigoma. O osso zigomático (malar) é a maior zona de resistência da face e trata-se de um osso resistente que tem a forma de um quadrilátero com uma superfície externa convexa (maçã do rosto) e uma superfície interna côncava. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Esta projeção da superfície externa responsável pelo contorno da bochecha torna esta uma região proeminente e portanto susceptível à fraturas. O osso zigomático é bastante resistente e quando uma força é aplicada diretamente sobre seu corpo é distribuída nas regiões adjacentes mais frágeis como os processos frontal, temporal, orbital e maxilar que se fraturam. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A tomografia computadorizada com cortes axial, coronal e sagital deve ser sempre o exame de eleição pois permite visualizar em detalhes todo o complexo zigomático sendo fundamental para avaliação de fraturas da órbita. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            As principais características das fraturas do complexo zigomático são: edema da região (inchaço), afundamento do osso zigomático com perda de projeção, equimoses conjuntivais (sangramento no globo ocular), hematomas e edemas palpebrais. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Também é possível notar limitação nos movimentos mandibulares (devido a interferência do complexo coronóide), epistaxe (sangramento nasal), parestesia (perda temporária da sensibilidade) da região inervada pelo nervo infra-orbitário e telecanto traumático (aumento da distância entre as porções mediais da união das pálpebras superiores com as pálpebras inferiores). 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Nos casos de envolvimento orbitário, podem ocorrer alterações visuais, distopia (desnível vertical de posição do globo ocular), enoftalmia (desnível horizontal de posição do globo ocular) e limitação dos movimentos oculares, podendo estar relacionado com aprisionamento dos músculos orbitários ou a lesões de ordem neurológica comprometendo os pares cranianos oculomotor, troclear e abducente.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             TRATAMENTO
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             Ao contrário das fraturas mandibulares, as fraturas do osso zigomático sofrem pequena ação muscular,desta forma pequenos deslocamentos, sem dano funcional ou estético, podem ser tratadas de forma conservadora. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O tratamento da fratura do complexo zigomático consiste em reduzir as fraturas em seus respectivos pontos de referencia em ambiente hospitalar sob anestesia geral. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O pilar zigomático com acesso intra-bucal, a sutura fronto-zigomatica, com acesso supra-orbital na sobrancelha ou palpebral superior e por último o rebordo infra-orbitário com acesso sub-ciliar ou transconjuntival, são nesta ordem, os pontos de referência e de síntese óssea. O grau de deslocamento e complexidade da fratura ira definir o numero de pontos de fixação. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Para síntese óssea assim como nas fraturas maxilares, o indicado é utilizar placas mais delicadas e parafusos mono-corticais. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Atualmente é possível tratar estas fraturas de forma efetiva com um mínimo de déficit estético ou funcional e com rápido retorno as suas atividades normais.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 17:58:12 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento da fratura da maxila</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-da-fratura-da-maxila</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            TRATAMENTO DA FRATURA DA MAXILA
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            As fraturas de maxila são classificadas de acordo com clássica discrição de René Le Fort  (1910): em Le Fort I, que é uma fratura horizontal da maxila,  do tipo Le Fort II, que é uma fratura piramidal envolvendo o terço médio da face e a do tipo Le Fort III,  que é uma fratura que promove uma disjunção crânio-facial, ou seja, o complexo naso-etmóide-orbitário, os zigomas, e a maxila são separados da base do crânio. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A linha de fratura percorre bilateralmente as suturas zigomático-frontal, fronto-maxilar e naso-frontal, paredes laterais e assoalho de órbita, lâmina crivosa do etmóide e osso esfenóide. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            As fraturas de maxila são geralmente causadas por um trauma horizontal, direto e intenso em uma parte superior da face. Essas fraturas sofrem pouca ação muscular. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              SINAIS E SINTOMAS
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas fraturas de maxila, de forma geral, observa-se mobilidade de maxila  (fratura do tipo Le Fort I), edema facial (inchaço), muitas vezes alongamento da face, equimoses e edemas periorbitários bilaterais, telecanto traumático o que provoca alteração do aspecto dos olhos, devido a ruptura do ligamento cantal e envolvimento orbitário (fratura do tipo Le Fort II e III). 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O paciente também pode apresentar equimose nasal, epistaxe (sangramento nasal), dor e sensibilidade na região, lacerações na mucosa jugal, respiração bucal, contatos prematuros na região posterior dos dentes (mordida errada), o que pode ocasionar uma mordida aberta anterior, além de um possível deslocamento da maxila por ação dos músculos pterigóideos. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nos traumas de forte impacto e grande destruição é importante observar se existe a presença de uma secreção nasal (líquido encéfalo raquidiano), devido a fratura de base do crânio, deve ser questionado quanto a presença de sabor metálico e salgado na cavidade bucal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Em caso de suspeita o paciente deve ser encaminhado a um neurologista. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            TRATAMENTO
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
            
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O diagnóstico deve ser sempre através de um exame clínico e exames de tomografia computadorizada da face. A oclusão (encaixe dos dentes) deve ser sempre o guia inicial seguida da redução anatômica. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Por este motivo o bloqueio maxilo-mandibular (imobililazação trans-operatória), através da barra de Erich (arco de aço inoxidável que é posicionado nas arcadas dentárias através de fio de aço), é obrigatório durante a síntese óssea. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           No passado, a síntese óssea com fio de aço associado a suspensões esqueléticas e BMM por 5 semanas era um método efetivo de tratamento. Hoje são utilizados placas e parafusos de titânio, mais maleáveis e menos rígidos (sistema 1.5 e 2.0 mm) do que as usadas na mandíbula. Os parafusos utilizados devem ser mono-corticais e de preferência auto-perfurantes e auto-rosqueantes. O material bio-degradável está bem indicado em pacientes em crescimento. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Na fratura do tipo Le Fort I são utilizadas 4 placas em “L” com 4 parafusos posicionados bilateralmente na abertura periforme e pilar zigomático. Nas fraturas do tipo Le Fort II muitas vezes os mesmos pontos de fixação são suficientes e caso seja necessário pode-se colocar 1 placa no rebordo infra-orbitário bilateralmente e no complexo nasal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Já nas fraturas do tipo Le Fort III sugere-se a síntese óssea na sutura fronto-zigomatica e rebordo infra-orbitário bilateralmente e no complexo nasal, comumente com placas retas ou em forma de arco. O acesso cirúrgico para o tratamento da fratura do tipo Le Fort I e o intra-bucal expondo a maxila. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Nas fraturas do tipo Le Fort II e III o acesso à órbita pode ser realizado através de acesso sub-ciliar ou transconjuntival para exposição do rebordo infra-orbitário, acesso super-ciliar para exposição da sutura fronto-zigomática e o acesso coronal deve ser indicado sempre que necessário para exposição das áreas citadas e do processo nasal. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Atualmente é possível tratar estas fraturas de forma efetiva com um mínimo de déficit estético ou funcional e com rápido retorno as suas atividades normais.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 17:54:32 GMT</pubDate>
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      </media:content>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Tratamento das mandibulares</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-das-fraturas-mandibulares</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            TRATAMENTO DAS FRATURAS MANDIBULARES
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/md/dmtmpl/dms3rep/multi/blog_post_image.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O esqueleto através de sua estrutura rígida propicia as atividades físicas e uma proteção dos órgãos do corpo. Para que este funcione basicamente é necessário uma forma anatômica adequada e rigidez. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Uma fratura é resultado de uma sobrecarga mecânica onde a integridade estrutural e rigidez são interrompidas levando a perda da transmissão de forças e suprimento sanguíneo na estrutura óssea envolvida . O grau de fragmentação vai depender do tipo de injúria. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Quanto maior for a força de impacto maior será o dano. O fator etiológico mais comum, de uma forma geral, são os acidentes automobilísticos. Nas fraturas mandibulares corresponde a 43%, seguido de agressões físicas 34%, acidentes de trabalho 7%, quedas 7% e acidentes esportivos 4% . A fratura pode ocorrer em várias áreas da mandíbula. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Os principais sinais e sintomas que podem ser observados nas fraturas mandibulares são: Dor principalmente durante a movimentação e palpação, hematomas e equimoses (pele com cor roxa), edema (inchaço) nos locais adjacentes a fratura, assimetria facial, má oclusão (os dentes não se encaixam), mobilidade entre os fragmentos fraturados, alterações funcionais (fala, deglutição, respiração), desvios e/ou limitações no movimento de abertura, e fechamento. Hemorragia (sangramento) e parestesia (sensação de amortecimento na região). 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O objetivo principal no tratamento é restaurar a função e forma existentes previamente ao trauma. Para que esta reabilitação ocorra da melhor maneira possível é fundamental uma criteriosa avaliação inicial, o diagnóstico deve ser realizado através de exames de imagens apropriadas (Figura 3) e exame físico sistemático para se determinar o melhor plano de tratamento. Tudo isto deve ser realizado com o intuito de devolver ao paciente suas atividades normais o mais rápido possível, da maneira menos traumática e restabelecendo sua função mastigatória, onde para isso é imperativo o conhecimento de oclusão associado a um bom resultado estético facial. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O procedimento cirúrgico tem como princípio básico uma redução anatômica, onde os segmentos fraturados são reposicionados em sua posição original e em seguida são imobilizados através de placas e parafusos de titânio. Esta redução anatômica deve ser realizada após a oclusão original ter sido reestabelecida. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O procedimento é realizado no hospital, sob anestesia geral. Hoje, com a evolução da fixação interna rígida  e das técnicas cirúrgicas é possível restaurar a forma e função através de placas e parafusos de titânio, esta técnica permite, através da imobilização dos segmentos, um reparo ósseo primário. Sua principal vantagem é a eliminação da necessidade de imobilização (o paciente sai de boca aberta), desta forma o paciente entra em função desde o primeiro dia pós-operatório facilitando sua recuperação e o retorno às suas atividades normais, dando maior conforto ao paciente. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Permite ainda uma melhor higienização, melhor alimentação, maior estabilidade, facilita a ingestão de medicamentos, permite o tratamento de pacientes com problemas neurológicos e o tratamento de pacientes desdentados. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Desta forma, na maioria dos casos, o tratamento permite um retorno rápido as suas atividades normais, sem cicatriz na face com um mínimo de seqüelas.
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/telas9.jpg" length="40024" type="image/jpeg" />
      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 17:50:33 GMT</pubDate>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reconstrução Alveolar - Enxerto Homógeno</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/reconstrucao-alveolar-enxerto-homogeno</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Reconstrução Alveolar - Enxerto Homógeno
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O objetivo da odontologia moderna é devolver ao paciente o conforto, função, contorno, estética, fonética e saúde normais, independente da atrofia, doença ou lesão do sistema estomatognático. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A perda prematura dos elementos dentários acarreta uma mudança significativa na estrutura óssea. O dente, o osso alveolar e as estruturas de sustentação apresentam como função manter um equilíbrio fisiológico e biológico. Uma mudança neste sistema, como a perda de um elemento dentário, apresenta uma reabsorção óssea que varia de indivíduo para indivíduo, mostrando que há forças biomecânicas que regulam e controlam o processo de remodelamento ósseo. O tecido ósseo pode ser dividido em osso cortical que é formado por sistema de Harvers e o osso trabecular que é constituído por trabéculas ósseas que formam um mosaico estrutural. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Quando um dente é perdido, a falta de estímulo do osso residual causa diminuição nas trabéculas e na densidade óssea da área. A largura do osso diminui cerca de 25% durante o primeiro ano após a perda dentária e em geral em 4mm de altura durante o primeiro ano após as extrações para uma prótese total imediata. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O tratamento da reabilitação oral pode ser limitado por uma reabsorção alveolar resultante de uma perda dentária. Nessas situações se torna necessária o uso de enxertos ósseos para permitir a instalação de implantes em uma posição ideal. Vários estudos de enxerto têm sido propostos para procedimentos de aumento ósseo, porém o enxerto considerado como “padrão ouro” que tem apresentado melhores resultados clínicos é o osso autógeno (retirado do próprio indivíduo), porém no planejamento não são todos os pacientes que aceitam duas zonas cirúrgicas (a doadora e a receptora), podendo ser utilizado o enxerto homógeno (enxerto retirado de um indivíduo da mesma espécie) como opção que também apresenta vantagens como redução do tempo cirúrgico, menor perda sanguínea, redução no potencial de infecção, redução de deformidades cosméticas no leito doador e traz tranqüilidade de uma fonte de obtenção de tecido ósseo e em grandes quantidades. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A utilização de tecido ósseo de bancos de osso é uma técnica utilizada no mundo todo desde a década de 40 e funciona como osteocondutor e osteoindutor. Quanto às complicações relacionadas, mostraram-se raras, graças às temperaturas de congelamento, o que reduz grandemente a antigenicidade do enxerto. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Em um estudo de enxerto utilizando osso humano fresco congelado em diversas áreas da cavidade bucal foi relatado que o osso alógeno fresco congelado tem sido descrito nos procedimentos ortopédicos, na área da oncologia e na área de cirurgia oral como enxertos em rebordos maxilares atróficos. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Os resultados mostraram ausência de processo infeccioso durante a reparação, baixa reabsorção do enxerto, volume ósseo adequado e boa densidade permitindo estabilidade primária dos implantes e sucesso quando submetidos à carga funcional e demonstrou a mesma sequência de formação de reparação óssea, quando comparado ao osso autógeno, porém as fases ocorrem de forma mais lenta e demonstraram densidade compatível com osso autógeno tipos II ou III, proporcionando boa estabilidade inicial dos implantes quando reabertos com mais de 7 meses. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A utilização do osso humano fresco congelado é uma alternativa viável para reconstrução dos rebordos atróficos e enxertos nos seios maxilares, diminuindo a morbidade e riscos inerentes aos procedimentos autógenos, além de apresentarem capacidade de remodelação, incorporação e qualidade que permitem resistir às cargas funcionais quando da instalação de implantes osseointegrados. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Com o surgimento de implantes osseointegrados, a reabilitação dos pacientes desdentados tornou-se viável e com um prognóstico previsível. O tratamento do edentulismo através do desenvolvimento das técnicas cirúrgicas de enxerto ósseo permitiu a reconstrução do rebordo alveolar atrófico e posterior instalação de implantes. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Referência bibliográfica: 1) Macedo LGS, et. al. Osso humano fresco congelado em reconstruções ósseas: Estudo retrospectivo e relato de casos. Revista Implantnews. 2007; 4(1): 50-56.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      <pubDate>Wed, 23 Sep 2020 17:47:20 GMT</pubDate>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Reconstrução Alveolar - Enxerto Autógeno</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/reconstrucao-alveolar-enxerto-autogeno</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        &lt;font&gt;&#xD;
          
             Reconstrução Alveolar - Enxerto Autógeno
            &#xD;
        &lt;/font&gt;&#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           O objetivo da odontologia moderna é devolver ao paciente o conforto, função, contorno, estética, fonética e saúde normais, independente da atrofia, doença ou lesão do sistema estomatognático. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           A perda prematura dos elementos dentários acarreta uma mudança significativa na estrutura óssea. O dente, o osso alveolar e as estruturas de sustentação apresentam como função manter um equilíbrio fisiológico e biológico. Uma mudança neste sistema, como a perda de um elemento dentário, apresenta uma reabsorção óssea que varia de indivíduo para indivíduo, mostrando que há forças biomecânicas que regulam e controlam o processo de remodelamento ósseo. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O tecido ósseo pode ser dividido em osso cortical que é formado por sistema de Harvers e o osso trabecular que é constituído por trabéculas ósseas que formam um mosaico estrutural. Quando um dente é perdido, a falta de estímulo do osso residual causa diminuição nas trabéculas e na densidade óssea da área. A largura do osso diminui cerca de 25% durante o primeiro ano após a perda dentária e em geral em 4mm de altura durante o primeiro ano após as extrações para uma prótese total imediata. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O tratamento da reabilitação oral pode ser limitado por uma reabsorção alveolar resultante de uma perda dentária. Nessas situações se torna necessária o uso de enxertos ósseos para permitir a instalação de implantes em uma posição ideal. Vários estudos de enxerto têm sido propostos para procedimentos de aumento ósseo, porém o enxerto considerado como “padrão ouro” que tem apresentado melhores resultados clínicos é o osso autógeno (retirado do próprio indivíduo). 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O osso autógeno apresenta-se como o melhor material para enxertia óssea devido a sua ausência de resposta imunológica, capacidade osteogênica, menor possibilidade de inflamação e infecção, e uma reparação tecidual mais rápida. A eleição da área doadora depende do tipo de defeito ósseo e volume necessário para a reconstrução da região a ser reabilitada. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As áreas intra-bucais como mento, região retro-molar e túber são suficientes para pequenas e médias reconstruções. Em áreas que necessitam de grandes quantidades ósseas, as regiões extra-bucais como o osso ilíaco, a calota craniana, e a tíbia são mais indicadas. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As vantagens que o enxerto ósseo intra-bucal proporciona em relação aos enxertos extra bucais são: proximidade entre a área doadora e receptora, acesso cirúrgico facilitado, redução do tempo de anestesia, redução do tempo de cirurgia, realização do procedimento em ambiente ambulatorial, menor desconforto ao paciente, recuperação mais rápida, menor morbidade. Como desvantagem as áreas doadoras intra-bucais apresentam uma quantidade óssea limitada quando há necessidade de reconstruções ósseas extensas. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O enxerto ósseo autógeno utilizado para reconstruções ósseas tem apresentado um prognóstico favorável, permitindo a reabilitação do paciente com implantes osseointegráveis em uma posição favorável e permitindo a realização de uma prótese adequada, devolvendo, função, estética, convívio social ao paciente e estabilidade emocional. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Referência bibliográfica: Misch CE. Aumento ósseo para a inserção do implante: Soluções para o enxerto ósseo. In: Mish CE. Implantes Dentários Comtemporâneos. São Paulo: Ed. Santos, 2000. p. 451-67.
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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    </item>
    <item>
      <title>Evolução dos materiais para tratamento na área de  traumatologia Buco-Maxilo-Facial</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/evolucao-dos-materiais-para-tratamento-na-area-de-traumatologia-buco-maxilo-facial</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              Evolução dos materiais para tratamento na área de 
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;span&gt;&#xD;
          &lt;b&gt;&#xD;
            
              traumatologia Buco-Maxilo-Facial
             &#xD;
          &lt;/b&gt;&#xD;
        &lt;/span&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As fraturas faciais são frequentes e são decorrentes de acidentes automobilísticos e ao aumento da violência urbana. Acidentes em esportes, quedas ou acidentes de trabalho também são causas associados às fraturas faciais. O tratamento destas fraturas pode ser realizado por um cirurgião dentista especializado na área de cirurgia buco-maxilo-facial. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Após um trauma na face o paciente pode apresentar alguns sinais e sintomas como dor, sangramento, inchaço, assimetrias faciais, dificuldade ou dor ao abrir a boca, mordida “fora do normal” e dormência em algumas regiões, que pode ser devido a uma fratura óssea. O diagnóstico destas fraturas é realizado pelo cirurgião buco-maxilo-facial através de uma rigorosa anamnese e um exame físico bem detalhado. Caso haja suspeita de algum tipo de fratura radiografias e tomografias são solicitadas para a confirmação do diagnóstico e para o planejamento cirúrgico. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Entre as décadas de 50 e 90 essas fraturas eram tratadas quase exclusivamente com fios de aço, eram realizadas amarrilhas que procuravam realinhar e manter a estabilidade óssea nesses casos. Porém, em algumas particularidades, como fraturas que possuíam alto grau de deslocamento ou grande cominuição esses fios e amarrilhas não davam a estabilidade necessária e não promoviam uma redução desejada, pois sua cicatrização óssea acabava sendo secundária e , em alguns casos, com formação de calos ósseos. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Avanços tecnológicos, projetos e pesquisas na área e a inserção de grandes empresas ortopédicas na área proporcionaram inovação de técnicas e novos materiais para o tratamento destas fraturas. Em especial, um destes materiais merece ênfase que são as placas e parafusos de titânio. A placa e parafuso de titânio possuem uma estabilidade muito maior que os fios e amarrilhas, ela proporciona, aos tecidos ósseos fraturados uma cicatrização óssea primária ou direta em função. Com isso o paciente não precisa ficar imobilizado (com a boca amarrada) após a cirurgia. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Sao do hospital falando e se alimentando normalmente. Atualmente, no mercado, existem vários tipos de placas, parafusos e empresas fornecedoras deste tipo de material de fixação. Para cada tipo de fratura em face teremos uma indicação diferente relacionados a qual placa ou parafuso podemos ou não utilizar. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           As mais utilizadas nas fraturas faciais são as placas do sistema 2.0 indicadas para algumas fraturas de terço superior, médio e terço inferior. Para as fraturas em mandíbula geralmente são utilizados dois tipos de placas: uma do sistema 2.0 ou do sistema de compressão dinâmica; e para fraturas com cominuição podemos destacar as placas de reconstrução do sistema 2.4 ou 2.7. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Já em crianças estes tipos de fraturas devem ser tratadas de forma mais conservadora possível, pois os mesmo não possuem maturação óssea completa, e nos casos em que a cirurgia está indicada deve-se preconizar o uso de placas do sistema reabsorvível. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           Podemos concluir que o tratamento das fraturas de face deve ser realizado o mais rápido possível, levando sempre em consideração a etiologia do trauma, a condição geral do paciente, a função mastigatória e respiratória, a estética do paciente e o risco/beneficio. Atualmente é possível oferecer um tratamento moderno, eficiente e que proporciona uma recuperação rápida com o mínimo de sequelas. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>Expansão rápida da  maxila cirurgicamente  assistida</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/expansao-rapida-da-maxila-assistida-cirurgicamente</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#033c5f"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             Expansão rápida da 
maxila cirurgicamente 
assistida
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#033c5f"&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          &lt;br/&gt;&#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/maxilaassistida.png"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A expansão cirúrgica da maxila é realizada para o tratamento da mordida cruzada. Esta indicada para pacientes adultos que apresentam uma discrepância transversal maior que 4 mm onde os dentes posteriores apresentam uma inclinação normal.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             A incidência desta má-oclusão pode variar de 8 a 18% e sua etiologia geralmente é de origem congênita.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O tratamento deve ser realizado pelo ortodontista em conjunto com um cirurgião Buco-maxilo-facial. O diagnóstico é determinado através de um minuciosa análise facial, exame cefalométrico (realizado na radiografia) e avaliação dos modelos de gesso da arcada dentária superior e inferior.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Estes pacientes apresentam como característica uma atresia da maxila, apinhamento dentário, mordida cruzada, base alar do nariz estreita com déficet respiratório.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O planejamento consiste na montagem de um aparelho expansor no palato que pode ser dento-suportado chamado de Hyrax (Figura 2) ou dento-muco-suportado chamado Haas. Deve ser realizado uma simulação da cirurgia nos modelos de gesso onde será determinado a quantidade de expansão necessária (em milímetros).
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A cirurgia deve ser realizado em ambiente hospitalar (1 dia de internação), sob anestesia geral, onde através de um osteotomia as zonas de resistência da maxila são fragilizadas para permitir uma expansão da maxila. Cada volta de ativação do aparelho corresponde a 0,25mm. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Durante a cirurgia é possível expandir até a medida planejada, mas em seguida o aparelho é mantido sem ativação por 5 dias (período de latência) e à partir desta fase é realizado uma ativação duas vezes ao dia correspondente à 1 mm por dia de expansão. Esta técnica corresponde a uma  distração osteogênica onde com uma ativação lenta ocorre um ganho no sentido tranversal da maxila com formação de osso e mucosa. O procedimento é realizado com acesso intra-bucal, não deixa cicatriz aparente, e o paciente sai de boca aberta sem comprometer a higiene, a fala e a alimentação. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O resultado do tratamento permite o restabelecimento da harmonia facial, onde existe uma ralação normal dos dentes, dos lábios, e as funções mastigatórias e respiratórias são normalizadas. Atualmente a recuperação é rápida, muitas vezes, com 10 dias de pós-operatório o paciente pode retornar as suas atividades normais e continuar o tratamento ortodôntico. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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      </media:content>
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>A IMPORTÂNCIA DA ESTABILIDADE EM CIRURGIA ORTOGNÁTICA</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/a-importancia-da-estabilidade-em-cirurgia-ortognatica</link>
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      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;font color="#033c5f"&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            A IMPORTÂNCIA DA ESTABILIDADE EM CIRURGIA ORTOGNÁTICA
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div&gt;&#xD;
  &lt;img src="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/112.jpg"/&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           As deformidades dentofaciais podem ser tratadas de diferentes formas: podem ser tratadas apenas com tratamento ortodôntico, tratamento ortopédico (direcionamento do crescimento em pacientes que não tiveram ainda o crescimento cessado) e tratamento ortodôntico associado ao tratamento cirúrgico. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A principal diferença nesses métodos é a quantidade de movimento dentário conseguido por cada um, sendo o procedimento orto-cirúrgico o que possibilita uma maior amplitude de movimentação. O tratamento cirúrgico das deformidades dentofacias é baseado em um tratamento ortodôntico pré-operatório que visa descompensar, alinhar, nivelar os dentes em suas bases ósseas, em uma segunda etapa ocorrerá o reposicionamento das bases ósseas a fim de proporcionar proporções harmônicas ao paciente e função oclusal estável. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            A última etapa é a finalização ortodôntica onde ocorrerá o refinamento da oclusão removendo contatos pré- maturos e possíveis espaços abertos. Várias modalidades cirúrgicas são descritas para essas correções. As mais utilizadas em todo o mundo é a ostetomia Le Fort I para movimentação do segmento maxilar, e a osteotomia sagital dos ramos mandibulares bilateral para movimentação do segmento mandibular. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Uma possível complicação deste procedimento é ocorrer uma recidiva (movimento pós-operatório), quando a maxila ou mandíbula tende a retornar a sua posição original. A estabilidade das osteotomias é considerada essencial. Um dos principais objetivos quando da utilização destas técnicas é conseguir uma fixação estável e a longo prazo. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Por mais de três décadas materiais metálicos, como placas e parafusos de titânio, têm sido utilizados para fixação dos segmentos após realizada a osteotomia do tipo Le Fort I. Boa cicatrização óssea, menor recidiva, um período menor de bloqueio maxilo-mandibular e um retorno mais rápido à função no pós-operatório são as vantagens já conhecidas desta técnica. Além do material de fixação, a qualidade da ortodontia pré- operatória, a direção e quantidade do movimento cirúrgico, o uso ou não do bloqueio maxilo-mandibular (manter a boca imóvel), a técnica cirúrgica a ser empregada, e o uso ou não da enxertia óssea podem interferir na estabilidade pós-operatória. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Os movimentos cirúrgicos considerados mais estáveis são: intrusão da maxila, avanço da mandíbula, avanço da maxila, intrusão maxila + avanço da mandíbula. Os movimentos cirúrgicos considerados mais instáveis são: o avanço da maxila + retrusão mandíbular, retrusão mandibular, extrusão da maxila e expansão maxilar. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O sucesso na cirurgia ortognática é obtido pela restauração da função maxilo-mandibular, otimização da estética facial e estabilidade a longo prazo. Desta forma no planejamento ortodôntico-cirúrgico é fundamental que a equipe tenha experiência, para que o excelente resultado estético e funcional obtido, seja mantido pelo resto da vida do paciente. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Referência bibliográfica: Proffit, W.R.; Turvey, T. A.; Phillips, C. Orthognathic surgery: A hierarchy of stability. Int. J Adult Orthod. Orthognath. Surg., Vol. 11, No. 3, 1996.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
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        <media:description>main image</media:description>
      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>TRATAMENTO ORTODÔNTICO-CIRÚRGICO DE PACIENTE COM  PROGNATISMO MANDIBULAR</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/tratamento-ortodontico-cirurgico-de-paciente-com-prognatismo-mandibular</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;h3&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;span&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;b&gt;&#xD;
          
             TRATAMENTO ORTODÔNTICO-CIRÚRGICO DE PACIENTE COM
            &#xD;
        &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;div&gt;&#xD;
      &lt;b&gt;&#xD;
        
            PROGNATISMO MANDIBULAR
           &#xD;
      &lt;/b&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      &lt;span&gt;&#xD;
        
             
           &#xD;
      &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/h3&gt;&#xD;
&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;font&gt;&#xD;
    &lt;font&gt;&#xD;
      
           O paciente diagnosticado com o prognatismo mandibular apresenta as seguintes características dento-esqueletais: relação de molares e caninos com má oclusão tipo III, com sobressalência reversa na região de incisivos (os incisivos inferiores se encontram a frente dos superiores), resultando em uma predominância do terço inferior da face ficando o mento e o lábio inferior mais evidentes. 
          &#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Esta deformidade resulta em um grande déficit estético sendo evidente em uma vista lateral da pessoa. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Esta característica de alteração no sentido antero-posterior ocorre devido a um crescimento excessivo da mandíbula de origem congênita. Na análise facial é importante determinar se a alteração ocorreu devido ao crescimento excessivo da mandíbula (prognatismo mandibular), a um pouco desenvolvimento da maxila (hipoplasia maxilar), ou devido aos dois fatores, como no caso apresentado. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            Além da alteração estética, o paciente pode apresentar alterações funcionais devido a oclusão (mordida incorreta) que no futuro pode ocasionar uma perda prematura dos dentes e ainda apresentar alterações na fala, na mastigação e em alguns casos apresentar disfunção da articulação temporo-mandibular. A época ideal para a cirurgia é após o crescimento e o tratamento consiste em um planejamento minucioso utilizando recursos de imagem, radiografias e modelos, e deve ser realizado em conjunto com o ortodontista. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O paciente deve usar o aparelho ortodôntico para preparar os dentes através de um alinhamento e nivelamento dos arcos dentários, para que no momento da cirurgia os dentes se encaixem perfeitamente. A cirurgia deve ser realizado em ambiente hospitalar (de 1 a 2 dias de internação), sob anestesia geral, onde através de osteotomias, os maxilares são reposicionados e fixados com placas e parafusos de titânio. O procedimento é realizado com acesso intra- bucal, não deixa cicatriz aparente, e o paciente sai de boca aberta facilitando a higiene, a fala e a alimentação. 
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        &lt;br/&gt;&#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      &lt;font&gt;&#xD;
        
            O paciente apresenta como resultado do tratamento o restabelecimento da harmonia facial, onde existe uma ralação normal dos dentes, dos lábios, a mandíbula deixa de ser evidente, as funções mastigatórias e respiratórias são normalizadas e o paciente apresenta um aspecto mais jovial. Atualmente a recuperação é rápida, muitas vezes, com 10 dias de pós-operatório o paciente pode retornar as suas atividades normais. Após um período de seis meses em média o aparelho ortodôntico é removido. O tempo total vai variar de acordo com a complexidade da ortodontia, e pode variar de 12 a 18 meses.
           &#xD;
      &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
&lt;/div&gt;</content:encoded>
      <enclosure url="https://irp-cdn.multiscreensite.com/fc5bcd3d/dms3rep/multi/15.jpg" length="71148" type="image/jpeg" />
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      </media:content>
    </item>
    <item>
      <title>TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL</title>
      <link>http://www.drmarceloaraujo.com.br/siga-estas-simples-orientacoes-para-aproveitar-a-nova-estacao-ao-maximo</link>
      <description />
      <content:encoded>&lt;div data-rss-type="text"&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           A traumatologia buço-maxilo-facial é a área da odontologia destinado ao diagnóstico e tratamento das fraturas faciais.. A incidência, etiologia, idade e tipo de fratura vai variar muito de acordo com o estado social, econômico, político e de educação da população estudada. As leis de trânsito interferem na incidência das fraturas e o uso obrigatório do cinto de segurança e do capacete reduzem significantemente o número de injúrias à face. 
          &#xD;
    &lt;/span&gt;&#xD;
    &lt;br/&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      &lt;br/&gt;&#xD;
    &lt;/font&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
    &lt;font color="#000000"&gt;&#xD;
      
           De uma forma geral quanto maior for a força de impacto maior será o dano. As causas mais comuns são os acidentes automobilísticos que correspondem a 43% das fraturas, seguido de agressões 34%, acidentes de trabalho 7%, quedas 7% e acidentes esportivos 4%. O objetivo principal no tratamento é restaurar a função e forma existentes previamente ao acidente. Para que esta reabilitação ocorra da melhor maneira possível é fundamental uma criteriosa avaliação inicial, o diagnóstico deve ser realizado através do exame de radiografias apropriadas e exame físico sistemático para se determinar o melhor plano de tratamento. 
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  &lt;div&gt;&#xD;
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           Tudo isto deve ser realizado com o intuito de permitir ao paciente um retorno rápido às suas atividades normais, da maneira menos traumática e restabelecendo sua função mastigatória, onde para isso é imperativo o conhecimento da oclusão dentária associado a um bom resultado estético facial. 
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    &lt;/font&gt;&#xD;
    &lt;span&gt;&#xD;
      
           Após o atendimento de urgência e não existindo risco de vida ao paciente, a avaliação dos traumas envolvendo a face é realizada pelo cirurgião buco-maxilo-facial.  
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    &lt;/span&gt;&#xD;
  &lt;/div&gt;&#xD;
  &lt;div&gt;&#xD;
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           Os meios de fixação evoluíram bastante nas últimas décadas. Hoje é possível realizar o tratamento das fraturas através de placas e parafusos de titânio, com o paciente em função, não necessitando de nenhum período de imobilização,ou seja, a boca não fica “amarrada”  e desta forma o paciente entra em função desde o primeiro dia pós-operatório facilitando sua recuperação e o retorno rápido às suas atividades normais, dando maior conforto ao paciente.  
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           O serviço de Cirurgia e Traumatologia BMF da Clínica Prof.Titular Antenor Araújo dispõe de técnica e material de última geração, e dá plantão 24 horas, todos os dias do ano, nos principais hospitais e clinícas da nossa região.
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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           Confira um  estudo da nossa equipe que foi publicado
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            na área de traumatologia BMF:
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      &lt;br/&gt;&#xD;
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           Araújo,M.M. et. al. Acesso transconjuntival para fraturas do complexo zigomático-orbitário:Relato de caso. Rev. Cir. Traumatol. Buço-Maxilo-Fac., Camaragibe v.6, n.4, p.39-48, outubro/dezembro 2006.
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      <pubDate>Wed, 06 May 2020 16:38:44 GMT</pubDate>
      <author>alejandro@ondatkm.com.br (Onda TKM)</author>
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